A contribuição do iodo através dos aumentos de leite na última década

A contribuição do iodo através do leite de vaca aumentou na última década, possivelmente por alimentos industriais, como afirmou o chefe da endocrinologia e o serviço de nutrição do Hospital Carlos Haga de Málaga, Federico Soriguer. Este nutriente é necessário para o bom funcionamento da glândula tireóide que regula o crescimento e o metabolismo e, embora a sua ingestão tenha crescido na Espanha, não o fez “suficientemente”.

Figura de leite integral ou desnatado entre os alimentos através dos quais recebemos iodo, com uma concentração de 200 ou 250 microgramas por litro, em comparação com os 100 microgramas que tive deste elemento dez ou quinze anos atrás, explica Soriguer.

O endocrinologista defende a aplicação de um política de iodização do sal universal, que “as autoridades de saúde não acreditam necessárias, apesar da evidência científica”.

consumo

De acordo com um estudo que coordena este pesquisador e em que tem sido examinados por quatro anos a 5.800 pessoas, menos de 50% destes tomar sal iodado e têm exposição iodelaria -Excção de iodo – que não os protegem dos riscos associados à sua deficiência. A Andaluzia é uma das comunidades autônomas que menos salis iodados consome, mas não aquela que tem menos níveis de iodo, possivelmente pela ingestão de outros alimentos que o contêm.

O chefe da endocrinologia do Hospital Carlos Haya Mantém que a melhor recomendação para impedir que uma criança de sofrer chutes e atrasos severos no desenvolvimento físico e mental seja essa mulher grávida ingere sal de iodo em vez de sal comum.

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