Cultura linguística e componente cultural no ensino de línguas não maternas: observações sobre alguns paradigmas de competência cultural


Resumo

O artigo consiste na discussão de algumas das suposições do macro-paradigma da competência cultural, ligada à necessidade de integrar a linguagem e a cultura no ensino de línguas não maternas (LNMS), e no esboço de uma proposta de orientação ecológica. O composto do paradigma da concorrência sociocultural e da de competência intercultural que pode ser enquadrado, destaca as limitações de ambos, associadas essencialmente no caso do primeiro com uma concepção essencial e idealizada da língua e da cultura, concebidas. Como concebido Um homogêneo e, no caso do segundo, com o ponto de vista oposto, o que dá importância excessiva à heterogeneidade linguística e cultural. Uma das conseqüências mais notáveis em ambos os casos é a exclusão de parte da realidade observada. Nossa proposta baseia-se na ideia de acordo com a qual a heterogeneidade inerente às línguas e culturas não exclui que ela pode ser interpretada em termos essencialistas, de acordo com a cultura (linguística) de cada contexto. Interpretamos la adquisición y el aprendizaje de lenguas como un proceso de socialización que tiene lugar en el marco de una red en la que el aprendiz es un interlocutor más, si bien sus circunstancias hacen necesario un grado mayor de colaboración por parte de los otros miembros de A rede. Essa concepção de aprendizagem, focada no indivíduo e nas interações comunicativas em que ele participa, permite enquadrar o processo de aprendizagem de línguas em uma perspectiva mais ampla que vem com as preocupações e interesses característicos da ecologia linguística. Concluímos enfatizando a relevância da cultura (lingüística) de aprendizes como as contribuições da ecologia linguística para reflexão teórica e metodológica em torno do papel da cultura no aprendizado da LNMS.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *